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“...sua interpretação da “Aquarela do Brasil” foi uma emoção inesperada que pôs a sala inteira em transe: ele a canta no seu estilo pessoal, nostálgico, em tom de bossa nova, em ritmo de “fossa”. Uma recriação lenta e terna na nossa “Aquarela”, que surpreenderia e agradaria ao próprio Ari Barroso”.

(Mara Guimarães, “A TARDE”, Salvador – BA)

 

 

 “...uma voz quente, viril, transbordante de dimensão humana, de ternura, para levá-los aos detalhes das melodias de bossa-canções, de partituras difíceis de tocar e impossíveis de cantar. Ele, Antenor Bogéa, parece transpor as dificuldades. Textos bem pudicos e muito tocantes, em português e em francês, em inglês para se deleitar...”     (Michel Grenier, “JAZZ HOT”, Paris – França)

 

 

“... Antenor se deu ao trabalho de fazer um disco sofisticado, muito bonito... ”   (Any Bourrier, “JORNAL DO BRASIL”, Rio de Janeiro – RJ)

 

 

 “ ...Samba e jazz brasileiros por um excelente músico...”   (“LE FIGARO”, Paris – França)

 

 

"...o disco PEREGRINO é muito bom...Bogéa sabe das coisas. Para mim é uma surpresa". (Juarez Fonseca, "JORNAL ZERO HORA", Porto Alegre – RS)

 

 

"...amigo e parceiro de Rosinha de Valença, Antenor Bogéa fez sucesso nas rádios do país do vinho e do perfume com um misto de recriações de Tom, Chico e Ivan Lins". (Kiko Ferreira, "ESTADO DE MINAS", Belo Horizonte, MG)

 

 

“ ...para mim é emocionante dizer que Antenor Bogéa evolui na mesma linha de Vinicius de Moraes, com esta extraordinária generosidade nativa, tão brasileira, que as palavras me faltam. Poeta, diplomata, cantor. Antes de tudo, apaixonado pelas coisas humanas...”  (Jean-Pierre Lang, autor, compositor, presidente da Associação de Compositores da França)

 

 

“ ...amando compor belas bossas como não se ouve mais nos terraços dos cafés parisienses. Um CD acaba de ser lançado, que prova que o diletantismo possui um charme tranquilo que os circuitos profissionais geralmente proíbem praticar”.  (“LE MONDE”, Paris, França)

 

 

“Caminhando sobre os passos de um predecessor muito ilustre (Vinicius de Moraes), Antenor Bogéa demonstra que se pode ser diplomata e praticar a bossa nova sem vergonha”. (“LE MONDE”, Paris, França)

 

 

“ ...Antenor Bogéa deu uma canja num clube de jazz em Montparnasse, cantando grandes sucessos da bossa nova que ele adaptou para o francês. O público o aplaudiu de pé”. (Zózimo Barroso do Amaral, “JORNAL DO BRASIL”, Rio de Janeiro, RJ)

 

 

“...um disco refinado e cativante... Bogéa presta uma bela homenagem a Paris na canção-título, onde evoca os diversos recantos da capital francesa. Mas seu grande tema é o amor, principalmente com seu melancólico “Canto da aurora”.  (Isabelle Leymarie, “COURRIER DE Ll’UNESCO”, Paris, França)

 

 

“...uma voz quente e agradável de descobrir”. (“COMPACT DISC MAGAZINE”, Paris, França)

 

 

“ Em Eu te amo (canção de Chico Buarque e Tom Jobim), adaptada e cantada em francês por Antenor Bogéa, reconhecemos seu talento de grande poeta que emprega palavras simples, mas fortes, para nos falar de amor”. (Stéphane Moreau, “TAKTIK”, Marseille, França)

 

 

“ ...durante seu concerto, senti-me como num barquinho... a navegar... ” (Paco Ibañez, compositor e cantor espanhol)

 

 

“ ...e que disco! Uma mistura de bossa nova e jazz, impregnado de ternura, e às vezes mesmo de nostalgia. A gente ali encontra o perfume das noites quentes de Copacabana e as noites aveludadas da nossa boa velha capital. Tem swingue, tem balanço e, sobretudo, é belo”. (“PANAME MAGAZINE”, Paris, França)

 

 

“...Eu te amo: a melodia é assinada pelo grande Antonio Carlos Jobim e o texto por Chico Buarque, o máximo... Antenor Bogéa adaptou para o francês. Resultado: um texto esplêndido... ” (Sylvie Perez, “LE NOUVEL ECONOMISTE”, Paris, França)

 

 

“ ...Antenor sempre gostou de música, às vezes se acompanha muito bem ao piano e compõe algumas melodias agradáveis... ele canta verdadeiramente com o talento de um profissional... Seu repertório é essencialmente composto de grandes clássicos da bossa nova: ternura, languidez, descontração, charme, enfim, tudo aquilo que era preciso naquela bela noite de verão... Antenor representou ontem à noite toda a doçura de viver no Sul... ”  (Jeanne Baumberger, “LE PROVENCAL”, Marseille, França)

 

 

“... o disco Samba em Paris reúne composições do diplomata entre as quais o samba-título que tem tudo para estourar... Tem o sabor particular dado pelo casamento do jazz com a bossa nova, e faz partilhar a emoção, a sinceridade e o amor por esta música de um amador no sentido mais forte do termo”.  (Revue “BOUCHES DU RHONE – LA LETTRE DU CONSEIL GENERAL”, Marseille, França)

 

 

“...o último show de Antenor na França, em 1998, antes da chegada ao Brasil, foi sucesso de público. Fazia parte da platéia ninguém menos que grandes nomes da música como Baden Powell, Sivuca, Pierre Barrouh (autor da trilha musical do filme “Um homem e uma mulher”), Paco Ibañez, Tania Maria e até o craque do futebol brasileiro Raí”. (Nádia Faggiani, “JORNAL DE BRASILIA”, Brasília, DF)

 

 

"...não se ouça o CD PEREGRINO, no entanto, como o trabalho de alguém  que tem mais o que fazer. Antenor é do ramo, com sua voz grave e bem colocada, com suas melodias bem construídas e as letras que pairam bem acima da mediocridade que insiste em nos circundar". (Roberto M. Moura, "TRIBUNA DA IMPRENSA", Rio de Janeiro, RJ)

 

 

"...logo Antenor volta à sua melhor rotina, na companhia chique demais de Márcia Maria, na sua "Teu olhar". Se faltava falar em Johnny Alf, agora não falta mais. É sua porção Tito Madi a que ele se referia como influência. Um pouco bossa nova, meio samba-canção. Benditos primórdios. O mesmo apuro dos versos e das melodias do primordial Madi, Antenor extrapola em outra sua: "Sete chaves", que vem com outro dueto belíssimo, com Anna Condeixa, entre o acordeon de Chico Chagas e o piano de Leandro Braga. Ambas soam como Alf, o precursor paulista da bossa. Depois, envereda por uma canção de roupagem mais agressiva, meio Clube da Esquina, unindo o piano de Farlley à guitarra de Israel Dantas. Um achado que ganha mais leveza com a participação de Mano Borges. E por fim, de seu primeiro álbum, resgata a também outra bossa encantadora, "Samba em Paris", que, na homenagem indireta ao Poetinha de Orly, fala em "sorrir, dançar, amar, sonhar, cantar/uma canção que diz que/C´ est si bon". E como. A bossa nova sobrevive. Ainda que na França. Saravá, Bogéa!"  (Henrique Nunes, "DIARIO DO NORDESTE", Fortaleza, CE)

 

 

"...no texto  que escreveu na contracapa do CD PEREGRINO, Ivan Lins, ao louvar o trabalho, cobre Bogéa de adjetivos elogiosos..."  (Irlam Rocha Lima, "CORREIO BRAZILIENSE", Brasília, DF)

 

 

“...podemos ouvir no CD ESTAÇÕES dez faixas suaves, refinadas, ensolaradas pela voz calorosa do diplomata”. (“L’AFFICHE – LE MAGAZINE DES AUTRES MUSIQUES”, Paris, França)

 

 

“...e tem mais fraseados franceses: de Hervé Cordovil, “Fleur de manacá”, com direito a um lindo “Escravos de Job”, brincado por Antenor e Mariana de Moraes, sob o acordeon de Farlley Derze. Vovô Vinicius ia gostar dessa farra forrozeira”. (Henrique Nunes, "DIARIO DO NORDESTE", Fortaleza, CE)